quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Intervalo:

Nesta semana trabalha-se para na próxima poder estar aqui. Até ao meu regresso!

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Há palavras que dão que pensar:

Comecem por aqui…

Sonhos:

Quando iniciei o meu “calvário” para deixar de fumar, uma semana passada, sonhei que dava umas longas e demoradas passas. Contei isto à médica que supervisiona o meu tratamento, e ela disse-me que sonhar é bom, porque elimina a necessidade real de o fazer. Será por isso que há pessoas que teimam em invadir as minhas noites? Para que não doa não estar com elas?

Palavras Soltas:

Ele- O q é q se passa? Tás c/uma cara como o tempo!

Ela- Vê lá tu, vinha a caminho do trabalho e parti o meu guarda-chuva emocional…

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Manias há muitas:

E eu não podia ser excepção. Aliás, nesse campo, tenho que confessar que sou bastante “produtiva”. Mas como o desafio lançado pela “comadre” Leonor, me pede apenas cinco, so be it:

 

[1] Rabiscar – desde que me conheço, sou uma “rabiscadora” compulsiva. Não olho a meios, e, de folhas de papel, a guardanapos e bilhetes de metro, tudo serve de tela p/os meus gatafunhos. Adoro fazer bonequinhos, muito redondinhos, de olhos esbugalhados e bocas sorridentes. Sem dar por isso, de repente, estou de esferográfica na mão, a riscar furiosamente até preencher na totalidade o espaço em branco. Só há uma condição: tem que ser a caneta, porque nunca fui muito fã dos lápis, nem nos tempos da escola.

 

[2] Ler -  É mais forte do que eu. Vejo umas letrinhas e não consigo ignorá-las. De bulas ao Metro e Destak, elas que venham que estou cá para lhes dar a devida atenção. Sou assim desde pequena…lembro-me de ir às festas de aniversário da minha amiga Sofia e de ficar escondida, num canto do quarto, a ler os livros de “Uma Aventura”. Isso custou-me um par de óculos e algumas dioptrias, mas deu-me vidas e mundos em troca. Acho que é capaz de ser dos meus maiores vícios mas um dos melhores também.

 

[3] Interrupções-  ADORO falar e, como boa tagarela que sou, nem sempre sei respeitar o tempo de antena dos outros. Digamos que sou assim uma espécie de Manuela Moura Guedes em versão mais simpática e com uma boca com proporções dentro da normalidade.

 

[4] Mexer muito as mãos- Há quem fale com as mãos e depois há pessoas como eu, que não as conseguem ter quietas. As minhas mãos não podem estar simplesmente caídas ao longo do corpo. Elas agitam-se, elas mexem nos talheres, na caneta, no cabelo, gesticulam sem parar. A única altura em que dou um descanso às pobrezinhas é quando as meto nos bolsos. Se eu mexesse tanto o corpo como ginástico as mãos, era uma deusa!

 

[5] Não corro– detesto correr. É uma filosofia de vida inquestionável. Ando smp depressa, em passo Speedy Gonzalez, mas recuso-me determinantemente a correr. Se querem ver-me mal disposta, é carregar no botãozinho para acelerar a passadeira!;)

As únicas caricaturas possíveis:































(Ainda bem que os cowboys não são tão susceptíveis como Maomé)

terça-feira, fevereiro 14, 2006

O único presente que vale a pena receber hj:

Vem direitinho do Ministério das Finanças:

 

IRS: Governo baixa retenção na fonte já em 2006

As Finanças deram ordem às empresas para baixar a retenção na fonte de IRS deste ano, o que leva a um aumento dos rendimentos dos contribuintes já a partir do final deste mês, noticia esta terça-feira o Diário de Notícias (DN).


Segundo o DN, quem ainda não beneficiou de aumentos ou actualizações salariais ou terá um menor desconto da taxa de retenção de IRS no salário.

No entanto os reembolsos do IRS deverão também diminuir, já que os escalões de IRS e as taxas de imposto vão manter-se.

Os prejudicados serão os pensionistas e os titulares de rendimentos acima dos 10 mil euros mensais. Em relação aos reformados, às deduções mais baixas no imposto corresponde a um aumento do imposto a pagar em 2007. Assim, as Finanças aumentaram, desde já, as taxas da tabela de retenção mensal do IRS, por conta do imposto final a liquidar.

14-02-2006 8:04:10

In Diário Digital

Happy Tuesday!

Com este patrocínio e esta sugestão.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Quanto valem 21 euros?

Um jantar.

Uma saída à noite.

Quatro idas ao cinema.

Uma saia nos saldos.

Uma ida ao supermercado.

Sete maços de cigarros.

 

Mas 21 euros podem ser muito mais. Podem ser comida e água para animais como estes, que precisam de esquecer sevícias como estas. 21 euros podem ser carinho e isso, não tem preço…

Os 2 lados da mma questão...

Com esta notícia se prova que até uma boa nova como a neve que caiu, recentemente, em Lisboa, pode ter um final menos feliz… vá-se lá saber porquê, mas na minha cabeça ecoa a voz da Alanis repetindo incessantemente “isn’t it ironic, don’t u think”?

Dualidades:

Numa conversa com alguém de quem já não sabia  há muito, escutei o seguinte:

 

“…quando te li pensei que não eras tu. Como pode alguém ter um lado tão ensolarado e outro cheio de sombra?”

 

Pois, digo eu, sem saber bem o que fazer com esta recém descoberta dupla personalidade…-

Importa-se de repetir?

Na minha garrafa de água do Luso:

 

“Sabia que: de sabor leve e suave, a água mineral natural Luso é muito refrescante. Proporciona-lhe um bem-estar diário, hidratando em plena suavidade.”  Hidratando em PLENA SUAVIDADE??? Mas há formas de hidratar que arranham a garganta? Já estou a imaginar a conversa de café:

-epá, tou cheio de sede. Vou beber uma água fresquinha…ó faxavor, é uma luso geladinha.

-Luso n temos, só Caramulo.

- epá, essa n que me dá cabo da garganta…traga-me antes uma Cola.

Passa por mim...

Hj passou por mim parte do meu passado. Olhei de relance e segui em frente mal abriu o sinal.

[E nem sequer lhe pude dizer adeus]

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Apanhado no Ar:

“Nós somos os nossos pequenos deuses” afirma a Jordan. E eu só só espero q n me tenha calhado na rifa um ídolo de pés de barro…

ACHADO N É ROUBADO:

Continuando na senda das pérolas da escrita alheia, aqui fica uma boa definição do que é ser benfiquista. Afinal, é em tempos de crise que devemos gritar bem alto o nosso amor às papoilas saltitantes!

 

Nunca sei como será ser de outro clube que não o Benfica e também não quero. É uma ignorância boa, esta, a de não querer saber, a de recusar logo à partida o conhecimento de algo que não nos importa. Só me interessa o Benfica, confesso, e logo à partida é fácil perceber pela fria análise morfológica do nome, que o clube que amo, é uma instuição que pratica o bem, que pede, rogando, para que fique: Bem! Fica! E o bem, como se ouvindo, fica mesmo, e com ele, como se uma mágica terra se elevasse, ficam não todos os benfiquistas, mas sim, todos os benfiquenses.

Existe um “ismo” no Benfica de uma magnitude rara, que não se confunde nem se imiscui com outros ismos mesquinhos que outrora serviram doutrinas, reformas várias e pessoas poderosas. O Benfiquismo é um “ismo” dos bons, que se impõe, precisamente, não se impondo, que se percebe justamente ao não se perceber, e que mesmo não se vendo, se sente e sofre como se de um amor carnal de tratasse.

Quando se grita pelo Benfica é como se gritássemos em tenra idade pela nossa mãe mesmo sabendo que está ali tão perto, pela libertina vontade de gritar pelo que nos pertence, para que saiba que não somos de nenhum outro, para que fique claro que lhe dedicamos a rouquidão que se esmorece na nossa voz.

Sou do Benfica desde que me lembro e não tenho memória curta. É nela que cabem mil imagens que correm de calções agora mesmo. Lembro-me do Néné, ali vai ele, do número 7, calções brancos, por vezes com risco ao meio, chuteiras novas, o filho bem comportado que qualquer mãe gostaria de ter tido. Do Carlos Manuel, dos livres do Carlos Manuel, da garra do Carlos Manuel quando pegava a bola a meio campo e durante metros a levava com ele, como se fosse um gigante, altíssimo, como se a levasse para casa, imponente, quebrando a barreira do som com a velocidade que lhe imprimia. E o inferno era aquilo, o inicio da corrida, a multidão a levantar-se, ninguém quieto por um instante que fosse “oh senhor, sente-se lá para eu ver”, todos a falar com as mãos, a dizer “passa a bola” e “vamos vamos” “ é agora, é agora” “ força, força” ao qual se seguia, não raras vezes, um ciclópico “aaaaahhhhhh” num imenso coro de vozes, invariavelmente seguido de palmas e um sincrónico bater de pé, ou em outros casos menos felizes, apenas um bater de pé e nomes impronunciáveis.

Acho que já disse que sou do Benfica e nunca é demais dizê-lo, como daquelas vezes em que não nos cansamos de dizer “amo-te” a uma pessoa, mesmo que esta já o saiba há muito. Porque nos dá gosto dizer “Benfica” como se fosse um “Amo-te” repetido até à exaustão. Porque ser do Benfica é dizer “Amo-te” muitas vezes. Porque é o amor que nos une e nos cega e nos faz dizer que não, não é penalty quando todos sabemos que foi, ali, à nossa frente, “com o diabo” dizemos, mesmo não o querendo admitir, “não é, não é” sabendo que estamos a mentir. Porque o amor vê mãos onde não existem, este amor de que vos falo e escrevo agora, vê faltas que nunca foram cometidas, foras de jogo, cartões que ficaram por mostrar, culpas que nunca a nossa, mas também vê o resto, os equipamentos, os jogadores a beijar a camisola como se fosse um país, o ritual da águia que dá a volta ao estádio em busca de novos perdedores, desculpem, predadores, ainda o estádio, o velho e o novo, o luxo das cadeiras de agora e o glória das outras, o Eusébio, o Chalana, o Diamantino, o Veloso e a luz intensa que nos olha a todos. A luz, estranha luz esta, o hino do piçarra, a vaidade com que o canta, as bandeiras a agitarem vitoriosas, os golos, aquele e mais o outro que ainda hoje recordamos, as jogadas sinfónicas, os maestros de então, os golos, chegar muito cedo para ficar horas seguidas a olhar o relvado, os golos, as horas que passamos a entoar cânticos, a discutir os jornais, a falar sobre o Benfica, a telefonar para os amigos de outros clubes para lhes fazer inveja com os nossos resultados, a esperar sempre, os golos, os 5 minutos à Benfica, este inferno bom, o nosso, igual a nenhum outro, este Benfica, este estado de alma, este amor rouco que não nos cansamos de repetir mil vezes.


Esta é a minha participação para o livro "Ser Benfiquista"/Prime Books

 

By Alvim

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Ironias Matinais:

Haverá lá coisa mais desadequada do que ouvir a Madonna cantarolar “time goes by so slowly” quando estamos irremediavelmente atrasados?

O Clã dos Lopes da Silva:

Jovem, és fã do gang do Gato Fedorento e só avistar um aristogato dá-te náuseas? Então este anúncio é para ti!

 

Queres afrontar os teus pais, mas sem te meteres na droga?
Tens uma promessa para pagar e ir de joelhos até Samora Correia não chega?
Gostavas de tocar no cabelo do Miguel para ter a certeza de que ele o corta a si próprio?

Então vem participar num sketch do Gato Fedorento, série Lopes da Silva.
Manda (ou envia, como preferires) um mail com os teus dados pessoais (nome, idade, medidas, telefone, mail, número de contribuinte e música predilecta dos Beach Boys) e uma fotografia para
gatofedorento@producoesficticias.pt

Prometemos escrutinar os candidatos todos com isenção e escolher as parecidas com a Soraia Chaves.

 

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