segunda-feira, outubro 31, 2005

I´m a Bird Now:

Bom, talvez não seja já. Mas abrirei as "asas" daqui a sete horas, no Coliseu.

Fica a sugestão do dia p/todos os que ainda não se perderam em voos na companhia de Anthony and the Johnsons:


I am a bird girl now
I've got my heart
Here in my hands now
I've been searching
For my wings some time
I'm gonna be born
Into soon the sky
'Cause I'm a bird girl
And the bird girls go to heaven
I'm a bird girl
And the bird girls can fly
Bird girls can fly








quinta-feira, outubro 27, 2005

Boas Novas pela tarde...

A Rádio Oxigénio tem, finalmente, um site. Aguardamos ansiosamente que se desenvolva o da Radar, a melhor rádio de Lisboa e arredores ( não muito extensos porque o sinal deixa muito a desejar)

Más notícias pela manhã:

Primeiro foi a revista se extinguiu e passou a suplemento. Agora até com essa pequena alegria vamos poder deixar de contar. A passagem de ano dita o fim da Grande Reportagem. O jornalismo de investigação fica mais pobre. Os nossos sábados também.

 

Fica a notícia publicada no Diário Digital:

 

Grande Reportagem interrompe publicação no fim do ano

A revista Grande Reportagem (GR), distribuída ao sábado com o Diário de Notícias (DN) e o Jornal de Notícias (JN), interrompe a sua publicação no próximo mês de Dezembro, adianta esta quinta-feira o Público.


Em declarações ao jornal, o director da GR, Joaquim Vieira, que cessa funções de imediato, comunicou na tarde de quarta-feira à redacção, a decisão da administração da Global Notícias, proprietária dos dois matutinos.

Ainda segundo o Público, para esta manhã está prevista uma comunicação formal aos trabalhadores da revista por parte de um administrador da empresa.

Para dirigir a Grande Reportagem até ao seu encerramento deverá ser encontrada nos próximos dias uma solução interna ao grupo.

O encerramento da revista vai afectar cerca de 15 profissionais que, na sua maioria, poderão ser absorvidos por outras empresas do grupo, mas há pelo menos dois colaboradores jornalistas que poderão ir para o desemprego.

Outro produto que deverá ser objecto de uma decisão a breve prazo é o DNA, suplemento cultural distribuído à sexta-feira com o DN. O modelo da publicação, dirigida por Pedro Rolo Duarte, está a ser avaliado pela direcção editorial do jornal, prevendo-se novidades dentro de duas a três semanas.

27-10-2005 8:03:37

 

quarta-feira, outubro 26, 2005

Quem n gosta de amostras?

É este o caminho para a "Amostra" ! Quem quiser saber mais, passe por aqui. Quem não quiser ir até lá, vá até acoli;)

Isto sim,são boas notícias:

Abre-se o disco digital, e dá-se de caras com esta boa nova:

O novo álbum de Rosie Thomas é editado em Portugal na próxima segunda-feira, dia 31 de Outubro. «If Songs Could Be Held» constitui o terceiro álbum da carreira da artista lançado pela Sub Pop Records.


O sucessor de «When Were Were Small», de 2002, e «Only With Laughter Can You Win», de 2003, foi captado nos estúdios Brown Welch, em Passadena (Califórnia), e contou com a produção de Mike Bushee.

Josh Myers, Ed Harcourt, Liz Phair e Dino Meneghin constituem algumas das colaborações presentes no último disco de Thomas

O registo distribuído em Portugal pela Música Activa conta com o seguinte alinhamento:

1. «Since You`ve Been Around»
2. «Pretty Dress»
3. «Loose Ends»
4. «In Don`t Matter to the Sun»
5. «Guess It May»
6. «Let It Be Me»
7. «Clear as a Bell»
8. «Say What You Will»
9. «Time Goes Away»
10. «Death Came and Got Me»
11.
«Tomorrow»

Nós por cá já o ouvimos há algum tempo e temos boas razões para declarar a nossa admiração por esta senhora. Das letras, às fabulosas meias de riscas e ao sorriso sempre pronto, Rosie Thomas tem tudo para a tornar “likeable”. Este álbum também. Experimentem, faça chuva, ou faça solJ

Back to highscool:

 Nestas autárquicas fui votar ao meu antigo liceu, agora intitulado “Escola Secundária Dona Filipa de Lencastre”. Calhou-me em sorte a mesma sala onde, umas horas antes, tinha votado o casal Carrilho, que vive nas imediações. Não sei se aquele espaço exíguo e sombrio teria algum significado para a Bárbara e para o Manuel Maria, mas, para mim, cada secretária tinha um rosto e uma história. Aquela era a sala onde tinha aulas de TTF (técnicas de tradução de francês). Horas e horas a fio, sentei-me numa mesa velha de madeira, traduzindo expressões idiomáticas e passando bilhetinhos à colega do lado. No estrado, onde antes estivera a minha directora de turma e professora daquela disciplina, estava agora o presidente da mesa de voto. Em comum, os cabelos brancos e a missão de zelar pelo cumprimento dos nossos deveres ( os do voto, e não os TPC). Estar ali, era também corresponder ao que esperam de nós… só que, desta vez, o teste ficou resolvido em minutos e bastou desenhar três cruzinhas.

 

More Happiness, Less Talking:

Sempre achei que não há pior inimigo da escrita que a felicidade. Quando estou contente, apetece-me dizer banalidades, frases sem nexo, piadas que só eu entendo. Passeio-me com um sorriso idiota que, sem me dar conta, contamina as minhas palavras, destituindo-as de sentido. Fica feito o aviso: nos últimos dias, tenho irradiado alegria. Logo, não esperem nada de mim…;)

Is it a plane?

Há dias em que o mundo nos faz sentir frágeis e desprotegidos. O céu parece mais escuro e a gente que passa na rua mais carrancuda. Nessas alturas, abro a mala e saco dos meus óculos escuros. Imediatamente, sinto-me como um Clark Kent acabadinho de sair de uma cabine telefónica e agradeço os poderes instantâneos do efeito superman…

 

segunda-feira, outubro 24, 2005

Apanhado no ar:

 “Os amigos são como os óculos: fazem-nos parecer mais inteligentes, mas também se riscam muito facilmente e, às xs, fartamo-nos deles”

 

In “Verdade ou Consequência”

 

quarta-feira, outubro 19, 2005

Novo hino do sporting...

Face às recentes mudanças no clube de Alvalade, circulam rumores de que as claques estão a pensar adoptar um novo hino: “era uma equipa muito engraçada, não tinha presidente, não tinha nada…não se podia, ir no treino, porque já não  tinham, nem o peseiro…”

segunda-feira, outubro 17, 2005

Ichi, ni,sen...


Na sexta-feira passada tive a minha primeira aula de Japonês na Nova. Há muito que me queria inscrever neste curso, mas, confesso, não estava minimanente preparada para o que ali se seguiu naquelas três horas... sempre gostei de aprender novas línguas, e sempre tive relativa facilidade mas o japonês não é só uma nova língua, é toda uma nova forma de pensar. E aprender a mudar a mentalidade, requer muito mais que conseguir decorar o abecedário em hiragana.

Assim mesmo, dei por mim a repetir baixinho "deijob" (tudo bem) e a congratular-me por ser capaz de contar até dez...

It´s an all new season...

Neste domingo fiz a mudança de estação no meu armário. Livrei-me dos tops e memórias do verão e preparei-me para as do Inverno…

4 Seasons:

No meu percurso casa-metro-trabalho ando sempre de phones. A coisa de que mais gosto, não é alhear-me dos ruídos da cidade, nem ouvir a minha música favorita. É poder sintonizar a estação que me vai na alma, mesmo que lá fora esteja a chover (hoje acordei numa manhã de verão).

Apanhado no ar:

“A melhor brasa arde nos momentos mais difíceis”

 

In Howl’s Castle

sexta-feira, outubro 14, 2005

sei sempre quando chega o outono...

…quando o meu cabelo decide mudar as folhas.

 

quarta-feira, outubro 12, 2005

Play it again, Sam...

"Something's Missing"

I'm not alone, I wish I was.
Cause then I'd know, I was down because
I couldn't find, a friend around
To love me like, they do right now.
They do right now.

I'm dizzy from the shopping malls
I searched for joy, but I bought it all
It doesn't help the hunger pains
and a thirst I'd have to drown first to ever satiate

Something's missing
And I don't know how to fix it
something's missing
And I don't know what it is
At all

When autumn comes, it doesnt ask.
It just walks in, where it left you last.
And you never know, when it starts
Until there's fog inside the glass around your summer heart:

Something's missing
And I don't know how to fix it
something's missing
And I don't know what it is
At all

I can't be sure that this state of mind, is not of my own design
I wish there was an over the counter test, for loneliness.
For loneliness like this.

Something's missing
And I don't know how to fix it
Something's missing
And I don't know what it is
No I don't know what it is
Something's different
And i don't know what it is
No I don't know what it is

Friends -check- Money -check-
A well slept -check- Opposite sex -check- Guitar -check- Microphone -check- Messages waiting for me, when i come home
-check-

How come everything I think I need, always comes with batteries
What do you think it means

How come everything I think I need, always comes with batteries
What do you think it means

 

John Mayer in “Heavier Things”

Chuva dissolvente:

Começo a manhã de sorriso nos lábios e bom humor no bolso. Faço o percurso habitual enquanto ouço um cd alto astral que uma amiga me gravou. O tempo está cinzento, mas eu vesti-me de cor-de-rosa para lhe dar um pouco de cor. Penso que, tal como a TMN, “gosto da vida como ela é”…um quadro idílico que não chega a durar até que o verde caia no sinal em minha frente porque, a pressa de um condutor, e uma das muitas poças que inundam as nossas estradas, são transpostas para as minhas calças em formato de lama e água suja. Encharcada e a bater o dente, regresso à proveniência para trocar de roupa. Desta vez, não desafio o dia, e visto-me de preto…

segunda-feira, outubro 10, 2005

Apanhado no ar:

A minha imaginação anda mto selectiva e eu nao tenho o cartao da casa :P

 

By Jordan

Toma-me com chuva:

Toma-me com chuva,

E dias cinzentos.

Mexe-me a alma,

Acorda os sentimentos.

Engole-me de um trago

Enquanto n arrefece

O que trago cá dentro.

Toma-me com chuva.

De mãos apertadas

E lábios abertos.

Toma-me com chuva

[esquece o Inverno]

Hj canto...

Donovan - Mellow Yellow

 

I'm just mad about Saffron

Saffron's mad about me

I'm just mad about Saffron

She's just mad about me

{Refrain}

They call me mellow yellow

(Quite rightly)

They call me mellow yellow

(Quite rightly)

They call me mellow yellow

I'm just mad about Fourteen

Fourteen's mad about me

I'm just mad about Fourteen

She's just mad about me

{Refrain}

Born high forever to fly

Wind velocity nil

Wanna high forever to fly

If you want your cup our fill

{Refrain}

(So mellow, he's so yellow)

Electrical banana

Is gonna be a sudden craze

Electrical banana

Is bound to be the very next phase

They call it mellow yellow

(Quite rightly)

They call me mellow yellow

(Quite rightly)

They call me mellow yellow

Saffron -- yeah

I'm just mad about her

I'm just mad about Saffron

She's just mad about me

{Refrain}

(Oh so yellow, oh so mellow)

 

summer winter summer:

No sábado tomei banho na praia e apanhei um escaldão. Hoje estou de casaco e de botas, cabelo molhado, mas pela chuva…ai São Pedro temperamental! 

 

sexta-feira, outubro 07, 2005

Escrevo, logo sou:

Um comentário escrito hoje no meu blog fez-me pensar no motivo da sua existência. Pretensões literárias? Não tenho. Diário? Não é suficientemente pessoal. Político? Nem por sombras. Humorístico? Raramente. Então porquê e para quê? Já uma vez dissertei sobre este tema e cheguei à mesma resposta que obtive para muitas outras perguntas: não sei. Desde que me conheço, gosto de escrever. Tudo. Desde “poemas” a frases rabiscadas em guardanapos, a pensamentos dispersos e disparatados. Acho que este blog é um pouco isso, um pouco dos meus dias. Aqueles em que sou mais e os em que sou menos. Sem objectivos, sem motivos, sem explicações e justificações a quem por aqui passa…não sei se quem me lê espera alguma coisa das minhas palavras, mas eu, pelo menos, não. Passam-me pela mente e eu passo-as para aqui. Nada mais… 

 

 

Lowered Expectations:

Na SIC Radical passava um programa que eu adorava e que dava pelo nome de Mad Tv. Entre as muitas rábulas cómicas que o constituíam, havia uma paródia  aos blind dates, baptizada de “Lowered Expectations”. Como o nome indica, os candidatos eram sempre material de fraca qualidade, figuras patéticas e rejeitadas pela sociedade que procuravam alguém com quem se aconchegar nas noites de Inverno. Lembro-me que ria sempre muito, derivado ao ridículo e improbabilidade da situação. Se fosse hoje, penso que tomava a coisa com mais seriedade. Isto porque, olhando em volta, vejo gente que se junta pelos motivos mais errados. Que procura criar felicidade onde não existe. Mesmo que tenha que ser “a martelo”.

 

Será a culpa do relógio biológico? Da pressão dos pares? Dos valores da sociedade? Das expectativas que se criam por nós e para nós? Não! Segundo uma colega minha, tudo isto é (espantem-se) puro marketing! A teoria dela defende que o casamento não passa de um bem que nos convenceram a desejar. Somos bombardeados, permanentemente, com imagens da “família pipoca”, sorridente e bem com a vida,e, sem nos darmos conta, queremos “crescer” para ser assim. Começamos então a fazer prospecção da oferta, a analisar o mercado e ver o q compra e quem vende, sempre em busca do produto ideal. Compramos pacotes: o do noivado, o do casório, a lua de mel, os filhos e, até mais tarde, o divórcio. Todos eles trazem marcas e bens associados, e nós engolimos tudo, com a bênção da Santa Publicidade.

 

 

quinta-feira, outubro 06, 2005

Leitura en rebajas:

Com o mês de Outubro regressa a Feira do Livro do Mercado da Ribeira. São milhares de livros de mais de uma centena de editoras, com preços em conta, à espera que os levemos para casa. Uma oportunidade a não perder, todos os dias até ao fim do mês, entre as 10h e as 22h.

quarta-feira, outubro 05, 2005

Hoje n me apetece estar comigo (e não há forma de me ver pelas costas)

São rosas...

Estavas numa paragem de autocarro q se atravessou no meu trajecto. Sorrias. Um riso tímido e discreto, a sair-te dos olhos e de td o corpo. Ao teu lado, uma mão amiga no ombro e, no regaço, um ramo de rosas. Foi só um instante, mas ainda agora sinto o cheiro (chama-se felicidd).

Simon says:

Gosto de horóscopos, mas nem sempre acredito nas palavras que lá estão escritas. No entanto, hoje, este pareceu-me um sábio conselho:

The only good thing about being on an emotional roller coaster is that you never feel the same way for long. One moment you're up, the next you're down. You can't seem to figure out just what it is you want today. Rather than bringing your loved ones along on this wild ride, why not take some time away from your usual environment. You'll be a lot better off on your own. And who knows? Something more important may come out of these few moments of solitude!

terça-feira, outubro 04, 2005

Dia do Animal:

Porque n comemorar o dia do Animal de uma forma diferente? Fica aqui uma sugestão:

 

O Paradise Garage, em Lisboa, recebe esta noite a Festa do Animal, com as participações de Primitive Reason, Lata Dog, M.A.C., The Poppers e Rejects United.

 

O evento, apresentado por Francisco Vestia, faz parte das comemorações do Dia Mundial Do Animal, assinalado precisamente a 04 de Outubro, e servirá para promover a RSPCA International e a Liga Portuguesa Dos Direitos Do Animal, a organização portuguesa que mais beneficia do seu apoio logistico e financeiro.

Além dos concertos, haverá ainda espaço para uma apresentação a cargo da
LPDA, projecções de vídeo sobre o tema, assim como convidados especiais do mundo da música que decidiram dar o seu contributo.

As portas do recinto abrem às 20:00 horas e os bilhetes custam 13 €.

 

In www.cotonete.iol.pt

 

O templo da canção:

É um sítio escondido numa rua central e velha de Lisboa. Cá fora, um letreiro meio apagado, com metade do néon fundido. Uma porta pequena dá acesso a um primeiro andar, com uma decoração incaracterística. Apesar de tudo, é um dos nossos restaurantes e poisos favoritos. Sim, estou a falar dessa grande instituição que dá pelo nome de “karaoke chinês”. Bem, dar pelo nome n é a expressão mais precisa, pq, como todos os chineses, tem um daqueles nomes de 2 sílabas q nunca conseguimos descodificar;) Mas p/nós (e tb p/manter a idd secreta, q n somos gds fãs de “concorrência”), karaoke chinês diz tudo.

 

N me lembro da primeira x q lá fui. Sei q entrei num mundo novo, composto por um palco manhoso e comida sensaborona e q, assim mm, se transformou num dos sítios de eleição. A esta altura, quem me lê deve interrogar-se pq, já q, até agora, ainda n disse nd de bom. O motivo é só um: a invulgar lista de temas disponíveis p/cantar. Ele é “cinderela”, ele é amarguinhas, ele é ágata e “playback”. Tudo hits da canção nacional q remetem p/segundo plano o q n seja música portuguesa. E, mto sinceramente, n há nd melhor q “assassiná-los” xs e xs sem fim…

O "até já" da TMN:

A nova campanha da TMN tem feito correr mta tinta. A maior parte das xs, revestida de tom crítico. N vou aqui discutir a estética dos outdoors, nem as imagens escolhidas q, confesso, tb n considero as mais felizes. Ideias à parte, gosto do novo slogan escolhido pela operadora nacional. “Mais perto do q é impt” n era mau, mas “até já” está longe disso. Discordo de quem afirma q parece q nos estão a mandar embora. Um “até já” é um dos melhores momentos de uma conversa pq significa q , rapidamente, vai ter continuação. N é um definitivo “adeus”, nem um corriqueiro “até logo”, q se diz só por dizer. Um “até já” é uma promessa de brevidd: encurta a distância e o tempo, e  isso só pode ser reconfortante…

segunda-feira, outubro 03, 2005

hj sinto-me...

Sentimento do dia:

Eu estou aqui (mas a minha cabeça está acolá)

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