quarta-feira, julho 27, 2005

Ten Miles From Nowhere

How have you been
in the shape you were in
I'm suprised that you got where you're going
Who would believe
What a date you would be
If I knew I'd have thought about knowing

And in between now and the last time we met
I'd open the door if I met you again
And I swear that we'd be better/fair ever friends
From here until 10 miles from nowhere

What is that there
In your brown paper box
I can see that you kept all the memories we'd lost

I'd sworn it was you
Who was destined and gone
To the pressure of past undertakings

Had I had known that it might have been me
I might have returned a letter or three
Or gave you a call from the sanctuary

for the cracks in these walls tell time for a fee

From here until 10...
From now until 10...miles from nowhere

Five for fighting

Do outro lado:

Hoje apercebi-me, finalmente, porque é que "a galinha da vizinha é smp melhor do q a minha". Pq ainda n a conheci a fundo e n lhe conheci os defeitos. N tive q limpar o q suja, q lhe dar vitaminas e medicamentos p/lhe curar os achaques, q me preocupar c/o facto d estar bem alimentada e satisfeita tds os dias, pq me parece mais gordinha e saborosa, qdo afinal aquilo n passa de 1a doença congénita q lhe há-de dar cabo da saúde.

É assim c/as pessoas. De x em qdo parecem-nos melhores do q as q nos rodeiam pq ainda n as conhecemos. N lhes vimos as falhas e lados lunares... n passam de projecções perfeitas criadas pela nossa mente, num jogo de reflexos q nos martiriza e engana, levando-nos a acreditar q a relva é mm mais verde do outro lado, acabando por descuidar a q temos, q se transforma em matagal...

O povo é q sabe:

À medida q o tempo avança, vou dando cada vez mais razão aos ditados populares. O filme que vi ontem, foi mais uma constatação. A prestação da Jane Fonda em "Uma Sogra de Fugir" é a prova de q "a idd é [mm] 1 posto".

Apanhado no ar:

Noutro dia, num jantar, ouvia uma conversa entre amigas, solteiras e "emparelhadas". A dada altura, 1a das solteiras lamentava-se da "oferta" disponível. C/mulheres a mais e homens a menos, n é nd q me espante. A gd surpresa chegou c/a resposta de 1a das q já está "fora do mercado". Dizia ela q, nesta altura, é complicado e "ou se apanham numa fase de transição ou só restam os divorciados".

Este raciocínio deixou-me abismada, mas depois fiquei a pensar: serei eu q ando enganada ou anda td a ver demasiados episódios do Sexo e a Cidade?!?
A coluna do Carlos Pinto Coelho hoje no Metro falava sobre um heroi anónimo. Era uma história simples, sobre 1 aluno brilhante q n tinha capacidds monetárias p/prosseguir os estudos. CPC contava-nos o q se passava e constatava q as pessoas do campo têm a "cara menos fechada" face às contrariedds do q as da cidd. N é isso q me assusta. O q me preocupa é q, a maior parte das xs, estão acompanhadas de 1 bloqueio do coração...

Moral s/história II:

Almoçar na Expo é terminar a hora e meia de que dispomos com umas moedas a menos e muitos pedintes a mais.

Escritório VS Trabalho:

Há quem vá para o “escritório”. Há quem esteja no “trabalho”. Há quem todos os dias siga p/o “work”. Outros preferem mencionar o nome da actividade (o banco, a agência, etc.) enquanto ainda há quem adopte o nome da empresa. Depois sobram os que têm sete dias de “estiva”, “martírio”, “tortura” e outros adjectivos simpáticos e aqueles que os substituem por eufemismos e diminutivos carinhosos.

Eu cá ainda n decidi mto bem p/onde vou…depende dos sois (q luas de manhã é coisa q n tem mta influência)

Moral s/história:

“Águas de verão têm curta duração” (a bem da agricultura nacional, esperemos que não) 

 

Vidas Reais:

Às xs pensamos q há histórias q só podiam pertencer às telenovelas…estamos redondamente enganados. Por mais inverosímeis que sejam, as “vidas reais” andam por aí, à espera que nos cruzemos com elas. Vem isto a propósito de um novo conhecimento que os meus pais travaram numa viagem à Tunísia. A minha mãe, que é a melhor RP que conheço, como é seu hábito, meteu conversa com uma das turistas q estavam hospedadas no seu hotel e ficaram imediatamente amigas. A sra em questão é uma espanhola, zaragozana e quarentona, daquelas de cabelo descolorado e qb de maquilhagem. Estava de férias com a filha, uma miúda de 16 anos que se passeava pela Medina tunisina de mini-saia com um pin em que se lia “no me mires el culo”. Duas aves raras, portanto. Só que n era isto q as tornava estranhas. O q me espantou (mais do q a forma como a minha mãe bate continua/ as barreiras linguísticas) foi o facto do pai da tal criatura ter fugido com uma mulher mais nova q conhecera na Internet. Ao ouvir isto, parecia q estava a ver um episódio manhoso dos Morangos com Açúcar, inspirado por uma crise do guionista. Mas n. Aquela gente existe e está algures em Zaragoza…

quarta-feira, julho 20, 2005

Apanhado no ar :

"As pessoas q entraram no nosso coração nunca se vão embora" (apenas tiram umas férias prolongadas, mas têm smp 1a casa à espera. Basta limpar o pó)

Mushaboom:



Mushaboom


Helping the kids out of their coats
But wait the babies haven't been born
Unpacking the bags and setting up
And planting lilacs and buttercups

But in the meantime I've got it hard
Second floor living without a yard
It may be years until the day
My dreams will match up with my pay

Old dirt road
Knee deep snow
Watching the fire as we grow old

I got a man to stick it out
And make a home from a rented house
And we'll collect the moments one by one
I guess that's how the future's done

How many acres how much light
Tucked in the woods and out of sight
Talk to the neighbours and tip my cap
On a little road barely on the map

Old dirt road
Knee deep snow
Watching the fire as we grow old
Old dirt road
Rambling rose
Watching the fire as we grow well I'm sold

Feist, "Let it die" (2004)

Todos nós temos a nossa "Mushaboom". Por isso esta palavra me deixa tão sorridente.
Mushaboom it´s what I like to call home...

De repente:

De repente
tocam a minha música
em qualquer lado
De repente
recebo 1 elogio inesperado
De repente
há um brigadeiro
com o meu café
De repente
soa uma voz perdida
no meu telefone
De repente
sabe bem
o dia
que se tem.
De repente...

A Love Song for Bobby Long:

Ontem fui ver um filme do qual n esperava nada.Sabia as linhas gerais e pouco mais. Apanhou-me de surpresa, num daqueles dias em que estava mais virada para a comédia romântica. Confesso, até cometi o sortilégio de comprar pipocas, coisa que, usualmente, me agonia!

Perante a intensidade de sentimentos, senti-me envergonhada, ali, perante o drama que se desenrolava diante dos meus olhos. "Uma Canção de Amor" é mais que isso. É um reencontro de gente solitária, que finalmente descobre com quem percorrer um caminho...

(e ng devia ser obrigado a expor sentimentos diante de um saco medium size de pipocas)


quinta-feira, julho 14, 2005

Loiras regressam ao castelo:

N importa se é morena, ruiva ou loira…interessa é que esteja fresquinha! A Festa da Cerveja está de regresso ao Castelo de S.Jorge, para a VIII edição desta verdadeira celebração da bebida do verão. Para além dos finos e das imperiais, de 22 a 31 de Julho o Castelejo recebe ainda inúmeros concertos, com destaque para a actuação dos Quadrilha (27), Maria Alice (22) e Brigada Vítor Jara (29). Armem-se com tremoços e tomem de assalto as muralhas! N há nada melhor q 1a imperial com vista p/a cidade!

Mais em:

http://www.egeac.pt/festasdelisboa/2005/festas2005/festas2005.html

quarta-feira, julho 13, 2005

A lei do mais forte:

Ontem fui ver um dos filmes mais falados da época: a guerra dos mundos. O filme, em si, não vale sequer o bilhete e dou graças por estar incluído no meu orçamento mensal do King Card;) Mas n foi a Guerra dos mundos q me impressionou, ppa/.O q me deixou a pensar foi a guerra dos Homens. Assusta-me ver a linha tão ténue entre o ser humano racional e o instinto de sobrevivência. A forma como, tão rápida/, os valores são esquecidos e nos passamos a reger pelo “salve-se quem puder”.

 

Chego a 2 conclusões: Darwin é q estava certo e eu nunca serei uma “survivor”…

 

 

 

sexta-feira, julho 08, 2005

O Hype da Mulher-a-dias:









Exposição Mulher Moderna
Maria Lusitano conta-nos uma nova história, recorrendo, uma vez mais, ao vídeo. A protagonista é Maria da Graça, viúva que, na década de 40, resolve rumar à capital em busca de uma vida menos entediante e mais glamorosa. Encontra nas revistas um imaginário que adopta para si e é, precisamente, através da exibição de parte dessas publicações (das décadas de 60 e 70), bem como da referência a factos históricos que caracterizaram o período, que ficamos a conhecer a sua história - marcada pela emancipação da mulher, pelo crescente peso dos media e, sobretudo, pelas marcas irreversíveis do tempo... Integra a Programação Paralela da LisboaPhoto.

Estas e outras sugestões para a mulher actual em: http://www.lecool.com/actual.html

quinta-feira, julho 07, 2005

Caminhos:

De repente olho para trás e n sei como cheguei aqui. N sei onde virei à esquerda, nem à direita, nem os caminhos que percorri. Desconheço coordenadas e n tenho mapas para o agora. Só me espanta pensar que, um destes dias, hei-de sentir o mesmo sobre o amanhã…

Moral s/história:

Ao ver fotografias de toda uma década aperebi-me de que, ou a minha memória é muito selectiva, ou tinha uma absoluta falta de noção...

Apanhado no ar:

Estava, distraída, no Metro a ler o jornal quando ouço a seguinte conversa:

-E agora? O que é que vou fazer? Tinha lá os contactos todos mais relevantes. São insubstituíveis!

-Não te preocupes. Se calhar ainda o encontras em qualquer lado.

-Sim, é isso mesmo. Tenho que procurar com mais atenção. É que se não, não sei o que vou fazer...

-Também não é o fim do mundo!

-Sim, mas vai ser complicado. Os da Sara, do João e dos meus amigos ainda tenho, mas e os outros? Não tinha nada na agenda! Como é que fui perder assim o telemóvel?!?

Perante tanto desespero, a curiosidade foi mais forte e olhei por cima do jornal para ver quem era o tão "desgraçado" personagem. Qual não é o meu espanto quando dou de caras com um miúdo que não devia ter mais de 11 anos!!! Realmente, intriga-me o facto de ter sobrevivido tantos anos só com telefone fixo!

Gang do King Card:



Regressei à adolescência. N diminuí centímetros, nem regredi numa máquina de tempo. Apenas adquiri um cartãozinho laranja e preto, q cabe em qq vulgar carteira. Já o devem ter visto naqueles anúncios irritantes q precedem as estreias no cinema. Pois é, estou a falar do King Card! Quando passei pela vergonha de tirar uma fotografia rídicula em pleno Monumental e assinei o contrato, n sabia no q me ia meter. Por apenas 13 euros/mês, ganhei uma multidão e muitas horas de riso. Acabaram-se as idas ao cinema a 2 ou 3,é certo. Os meus critérios são tudo menos regidos pelos padrões de boa qualidade cinéfila, concordo. Mas nada paga aquela multidão de gente (rara/ menos do q 8) q me acompanha. Até comecei a ignorar os comentários em dolby surround q antes tanto me incomodavam!;) As pessoas mudam, é verdd. No entanto, n é assim tão mau ser 1 bocadinho + "Rita da Silva" :)
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