segunda-feira, junho 27, 2005

Conclusão do dia:

Há pessoas com sorrisos lá dentro (e ofuscam-nos em dias de nevoeiro).

Moral sem história:

“Mais vale tarde que nunca” mas mais vale sempre que cedo.

 

sexta-feira, junho 17, 2005

O melhor presente:


durou quatro dias.Obrigada a quem "contribuiu"!;)

27 anos...

Fiz 27 anos.Uma idade que nunca imaginei ter e que, segundo fontes credíveis (e bem mais novas), "ninguém tem". Por enquanto!

Não me senti diferente quando acordei.Não mudei de cara.Não mudei de alma.Não alterei nada.A não ser o prazo de validade...

Eu Vou...

andar de eléctrico a partir de dia 24 e aproveitar a benesse de, na carreira 28, se poder ouvir o fado!

Rebajas:

As lojas entraram hoje,oficialmente, em época de promoções.Apanharam-me completamente desprevinida e só me dei conta porque fui ao cinema com duas amigas mais informadas do que eu. Promoções? Em Junho? Perante o meu espanto, fizeram um ar de naturalidade e olharam para mim como se fosse um bicho raro. ClARO!Onde é que tinha a cabeça! Promoções em Agosto só quando ainda havia Primavera! Hoje em dia, se quiser comprar um bikini e encontrar o meu tamanho, tenho que o fazer até maio.Em Agosto, já só mesmo os cahecóis que hei-de usar no próximo Inverno...

Moral s/história:

Ser pobre é: ir às promoções da Lanidor e achar que 50 e tal euros ainda é muito por uma saia.

Apanhado no ar:

Quando eras pequeno a tua mãe costumava pôr perfume no ar e passar por entre as partículas?

Ela é assim. Sinto a sua presença mesmo quando me deixa.

sábado, junho 04, 2005

Moral s/história:

Quando nada é o q me apetece, tudo me parece melhor.

Apanhado no ar:

Ela-Não tens nada cara de quem fuma.

Eu-pois não,tenho dedos...

sexta-feira, junho 03, 2005

TAXI RIDER:

 

Estava atrasada e decidi apanhar um táxi para encurtar o tempo (e o caminho). Mal sabia o quão enganada estava! Devia ter desconfiado quando demorei mais de 10 minutos até que encontrasse um ocupado, mas como gosto de contrariar a Lei de Murphy, não dei muita importância ao caso. Novo percalço: o motorista sugeriu um caminho mas, como sabia que a estrada estava em obras, sugeri outro, para evitar que o trânsito me atrasasse. O condutor resmungou qualquer coisa mas, como “o cliente tem sempre razão”, acabou por seguir o trajecto recomendado. Tive que engolir em seco quando constatei que a estrada estava cortada devido a obras de alteração do traçado. Quase me enterrei no banco quando senti o olhar trocista no retrovisor...uns ares de “isto não é nada comigo depois”, chegávamos ao escritório. Perguntei quanto era e estendi uma nota de vinte, arredondando a conta para facilitar o troco. Foi então que o motorista teve uma explosão de raiva: não tinha troco! Olhou-me como se eu fosse a maior criminosa à face do planeta e amaldiçoou-me por me ter que dar as suas preciosas notas de cinco. Agarrei-as o mais depressa que pude e apressei o passo até ao escritório, não fosse acontecer mais qualquer coisa…

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