segunda-feira, novembro 07, 2005

No Arco Cego:

Em frente à minha casa, onde antes havia uma estação de autocarros, há agora um jardim. A primeira era um ponto de partida (e chegadas), o actual é um ponto de encontro. De vez em quando, aparece alguém arrastando uma mala e procurando, espantado, os horários das “carreiras” para o FIM-DO-MUNDO e arredores, olhando, de soslaio, para a gente que mata o tempo sentada nos bancos. É curioso como os locais são diferentes mas, os bancos, esses, permanecem como antecâmara para a vida que há-de vir…

0 passaram o espanador

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