sexta-feira, maio 27, 2005

Não há amor como o primeiro:

A propósito de uma discussão lançada no blog da minha amiga “sevillana”, fiquei a pensar no primeiro amor. Segundo ela, alguém lhe disse que “o primeiro amor dura toda a vida”. Será verdade? E a ser, qual é, verdadeiramente, o nosso primeiro amor. O dos bancos da escola, com mãos dadas e bilhetinhos em segredo? O do primeiro beijo, daqueles a sério, “como nos filmes”? Ou a primeira paixão, que nos causou dores de estômago, arrepios e muitas noites em branco?

Sim, pode ser verdade que “não há amor como o primeiro” mas antes, é preciso saber quem nos roubou o coração…

2 passaram o espanador

Blogger domakesaythink said...

a proposito do primeiro amor, porque primeiro amor só há um se houver outro que lhe siga, tenha braços e pernas ou não, seja até tecido a sonhos, lembra-me a dorothy parker, uma jornalista que escrevia uns poemazitos de vez em quando...

My own dear love, he is strong and bold
And he cares not what comes after.
His words ring sweet as a chime of gold,
And his eyes are lit with laughter.
He is jubilant as a flag unfurled --
Oh, a girl, she'd not forget him.
My own dear love, he is all my world --
And I wish I'd never met him.

11:07 da tarde  
Blogger Jordan said...

Como dizia no blog da valente, o que "dura para a vida" é a sensação de descobrirmos coisas novas, as recordações de "fazermos tudo pela primeira vez" e, se tivermos a sorte do primeiro amor ter acabado de forma saudável e equilibrada, vamos ter sempre um espacinho para ele no nosso coração :)
Já ao nível da intensidade, prefiro acreditar em "não há amor como o último" - tudo na vida é relativo e, como sempre digo, há que viver o momento :))!!

10:54 da manhã  

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