quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Hoje escrevi-te uma canção.
É feita de palavras que não rimam
e refrões que não se repetem.
Escrevia-a à pressa,
na urgência do sentir
que não volta.
Enchia-a com linhas,
que trago comigo,
e que nunca solto.
Dei-lhes voltas e voltas,
até formarem as quadras
da expressão perfeita
do que somos.

Hoje escrevi-te uma canção.
[Chama-se silêncio]

1 passaram o espanador

Blogger Teresinha said...

Que bonito!! :)*****

5:36 da tarde  

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