sábado, julho 24, 2004

Compassos...

Espera-se! Para quê?
Nada vem, tudo se detém.
Se a vida fica esquecida,
a memória não lamenta...
Para quê infligir a tormenta,
de lembrar o qu’apoquenta?
Prefiro esperar!
(Talvez, quem sabe, a vida possa parar?!)

0 passaram o espanador

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